AGRADECIMENTO.
Neste mês de Agosto, completou 5 anos de evangelização em São Paulo, sou grato a Deus e a cada irmão e aos mais 40 obreiros, que Deus colocou para trabalhar comigo neste Ministério, sou grato pela vida do Pastor Orlando Cardoso, pastor da Igreja O Brasil Para Cristo de Vila Invernada e meu Pastor Regional, que tanto tem nos apoiado em nossos projetos, Fico feliz e agradeço aos moradores de Heliópolis um BAIRRO COM MAIS DE 120 MIL HABITANTES, com varias desigualdade social e me acolheu com alegria, agradeço também a inúmeros pastores de São Paulo, que apoio e acreditou neste projetos.
Quero dizer que estou para servi, como servo, esterei sempre a Vossa disposição.
Passando estes 5 anos, sei que errei muito, e aprendi pouco, quero juntar o que sobrou e rogar ao Pai eterno que me ensine a caminhar com humildade, sem nunca desanimar.
Em Cristo,
Irmão José Reis.
Dirigente da Igreja O Brasil Para Cristo Heliópois
CONTATOS E AGENDA
011- 2854 8385/9228 5201
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Veja algumas IGREJAs QUE MINISTREI NOS ULTIMOS 5 ANOS EM SÃO PAULO
ASSEMBLÉIAS DE DEUS,
Madureira em Heliópolis, Jd. Heliópolis, Sacomã, Jd Sacomã,Casacão,Vila são José, campi, Jaraguá e São Mateus,
Belém, Heliópolis, Caeiras e São Mateus.
Outras Assembléias:
Ministério Heliópolis, Sede, São João Clímaco e Jd. Heliópolis,
Ministério R. Ramos,
Min. Cruzueld,
Min. Renovo,
Min. Santo Amaro,
Min. Vila Carioca,
Min. Ipiranga, Sede,Heliópolis, Vila Carioca, Vila Prudente e São Mateus.
Min. Santo André.
Ministério da Fé em Heliópolis e vila Prudente.
Min. Da PAZ,
Missões,
Missionária,
Israelita,
Vergueiro,
Nação Eleita,
Nação Santa,
Plenitude,
Renovada,
Min. Capão Redondo,
Outros Ministérios:
Plenitude de Avivamento,
FILADEFIA,
AVIVAMENTO DA ULTIMA HORA,
NOVA SEMENTE,
MUNDIAL DA FÉ,
PODER DE DEUS,
NOVA JERUZALEM,
Jesus é a Nossa Força,
Luz do Mundo,
Batista Shalom,
Batista Renovada,
Ungida,
Unida de Cristo,
Estrugir da Ultima Trombeta,
Remidor Divino, Sede e Congregações,
Avivamento Bíblico, São João Clímaco, Heliópolis e Jd. Saúde.
Altar no Senhor,
Casa Forte,
Coluna de Deus,
Coluna de Fogo,
Família de Jesus,
Deus é Amor de Heliópolis, São João Clímaco, São Mateus, Itaquera, Guaianazes, Ipiranga e vila Carioca.
Jesus é o Amor,
Amor de Deus,
Olhos do Senhor,
Aprisco de Jesus,
Primitiva de Jesus,
Só o Senhor é Deus,
Vale da Bênção Deus é Fiel,
Comunidade Perene,
Poder da Gloria de Deus,
Ministro da Reconciliação,
Casa de Deus,
Sinos de Belém,
Novas de Paz,
Vencendo em Jesus,
Ligada com Deus,
Casa de Oração,
Deus Forte,
Maravilhas de Jesus,
Sinal de Deus,
Monte Sinai,
Sermão da Montanha,
Semente de Vida Eterna,
Maranata Vila prudente,
Luz da Promessa.
O Brasil Para Cristo em São Paulo
Vila Invernada, Vila formosa, Água Rasa, Jd. Iguatemi e Jd. Da Conquista.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Brasil terá eleição direta para juízes de paz
Brasil terá eleição direta para juízes de paz
Materia publicada no Jornal Folha de SP em 22 de Agosto de 2008
Conselho Nacional de Justiça deu prazo de um ano para regulamentação da questão em todos os Estados e no Distrito FederalRegra criada na Constituição de 1988 prevê ainda que juiz de paz seja remunerado e tenha papel de conciliador, mas nunca saiu do papel
ROGÉRIO PAGNANDA REPORTAGEM LOCAL
Passados 20 anos da sua criação, a figura do juiz de paz remunerado, eleito e com atribuições legais que incluem o papel de conciliadores finalmente sairá do papel.Em junho, o Conselho Nacional de Justiça determinou a todos os Tribunais de Justiça do país a realização de eleições diretas para a escolha de juízes de paz e a ampliação de suas funções. Os Estados e o Distrito Federal têm um ano para regulamentar o assunto, prazo que começou a correr desde então.Hoje, o papel do juiz de paz se restringe à celebração de casamentos e seu vínculo é praticamente com o cartório de registro civil. Quando uma cerimônia é marcada, o juiz é acionado para comparecer ao evento.Em alguns Estados, como Paraíba e Sergipe, a função nem existe, e os casamentos são realizados pelo juiz de direito. Em geral, ele é indicado pelo TJ ou pela Secretaria da Justiça.Foi a Constituição Federal de 1988 que determinou a eleição para juiz de paz pelo voto "direto, universal e secreto" e a ampliação de função, mas a mudança nunca foi implementada.As regras foram "ressuscitadas" após uma representação da professora Dulce Furtado Silva, de Mundo Novo (MT), inconformada com o critério de escolha no seu Estado. Lá, é o diretor do Fórum de cada cidade quem escolhe o juiz de paz.Ao analisar a reclamação da professora, o CNJ resolveu estender a obrigação de eleição a todos os Estados. Para se candidatar a juiz de paz, o interessado só precisa ser maior de 21 anos -sem necessidade de nível superior nem conhecimento jurídico ou de conciliação.Haverá pelo menos 5.564 pelo país. A definição de vagas e do salário será de cada Estado. Em São Paulo, onde os juízes de paz não são remunerados (mas passarão a ser), esse número deverá ser de 900.O voto não deverá ser obrigatório, mas em alguns Estados, como Minas Gerais, as eleições deverão ocorrer simultâneas às de prefeito e vereador.Com a recomendação do CNJ, que tem status de ordem, além de definir as eleições, os Tribunais terão ainda de regulamentar a participação desses juízes como conciliadores -principalmente nos casos envolvendo família. Poderão, atuar, ainda em outras varas.Antes de um casal, por exemplo, chegar ao juiz de direito para decidir os termos da separação, ele deverá primeiro passar pelo de paz. Será discutida a possibilidade de reconciliação. Se não for possível, o juiz poderá ajudar a elaborar um acordo, que pode envolver até partilha de bens e a guarda de filhos.Nos casos com filhos, os acordos serão obrigatoriamente submetidos ao promotor (que opina) e ao juiz (para homologação ou não). "Eles [juízes de paz] poderão atuar até mesmo nos juizados especiais, por que não? Não há nada que impeça", diz a juíza Andréa Maciel Pachá, conselheira do CNJ e relatora da recomendação.Para ela, a Justiça de Paz é uma forma de desafogar o Judiciário de temas que podem ser resolvidos com o diálogo.O vice-presidente da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), juiz Cláudio Dell'Orto, afirmou que a entidade apóia essa recomendação. "A Justiça de Paz é mais antiga até que a Justiça togada", disse.Já o presidente da Apamagis (Associação dos Magistrados Paulistas), desembargador Henrique Nelson Calandra, disse temer a desvirtuação da função. Ele vai tentar reverter a recomendação. "Há quadrilhas de estelionatários esperando essas eleições", disse.Outros magistrados paulistas dizem que a situação será mais problemática nas cidades pequenas, onde não há juiz de direito, e a população menos informada pode ser vítima de decisões arbitrárias (e nulas).Eles dizem temer ainda uma disputa entre grupos religiosos ou políticos nessas eleições.
Materia publicada no Jornal Folha de SP em 22 de Agosto de 2008
Conselho Nacional de Justiça deu prazo de um ano para regulamentação da questão em todos os Estados e no Distrito FederalRegra criada na Constituição de 1988 prevê ainda que juiz de paz seja remunerado e tenha papel de conciliador, mas nunca saiu do papel
ROGÉRIO PAGNANDA REPORTAGEM LOCAL
Passados 20 anos da sua criação, a figura do juiz de paz remunerado, eleito e com atribuições legais que incluem o papel de conciliadores finalmente sairá do papel.Em junho, o Conselho Nacional de Justiça determinou a todos os Tribunais de Justiça do país a realização de eleições diretas para a escolha de juízes de paz e a ampliação de suas funções. Os Estados e o Distrito Federal têm um ano para regulamentar o assunto, prazo que começou a correr desde então.Hoje, o papel do juiz de paz se restringe à celebração de casamentos e seu vínculo é praticamente com o cartório de registro civil. Quando uma cerimônia é marcada, o juiz é acionado para comparecer ao evento.Em alguns Estados, como Paraíba e Sergipe, a função nem existe, e os casamentos são realizados pelo juiz de direito. Em geral, ele é indicado pelo TJ ou pela Secretaria da Justiça.Foi a Constituição Federal de 1988 que determinou a eleição para juiz de paz pelo voto "direto, universal e secreto" e a ampliação de função, mas a mudança nunca foi implementada.As regras foram "ressuscitadas" após uma representação da professora Dulce Furtado Silva, de Mundo Novo (MT), inconformada com o critério de escolha no seu Estado. Lá, é o diretor do Fórum de cada cidade quem escolhe o juiz de paz.Ao analisar a reclamação da professora, o CNJ resolveu estender a obrigação de eleição a todos os Estados. Para se candidatar a juiz de paz, o interessado só precisa ser maior de 21 anos -sem necessidade de nível superior nem conhecimento jurídico ou de conciliação.Haverá pelo menos 5.564 pelo país. A definição de vagas e do salário será de cada Estado. Em São Paulo, onde os juízes de paz não são remunerados (mas passarão a ser), esse número deverá ser de 900.O voto não deverá ser obrigatório, mas em alguns Estados, como Minas Gerais, as eleições deverão ocorrer simultâneas às de prefeito e vereador.Com a recomendação do CNJ, que tem status de ordem, além de definir as eleições, os Tribunais terão ainda de regulamentar a participação desses juízes como conciliadores -principalmente nos casos envolvendo família. Poderão, atuar, ainda em outras varas.Antes de um casal, por exemplo, chegar ao juiz de direito para decidir os termos da separação, ele deverá primeiro passar pelo de paz. Será discutida a possibilidade de reconciliação. Se não for possível, o juiz poderá ajudar a elaborar um acordo, que pode envolver até partilha de bens e a guarda de filhos.Nos casos com filhos, os acordos serão obrigatoriamente submetidos ao promotor (que opina) e ao juiz (para homologação ou não). "Eles [juízes de paz] poderão atuar até mesmo nos juizados especiais, por que não? Não há nada que impeça", diz a juíza Andréa Maciel Pachá, conselheira do CNJ e relatora da recomendação.Para ela, a Justiça de Paz é uma forma de desafogar o Judiciário de temas que podem ser resolvidos com o diálogo.O vice-presidente da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), juiz Cláudio Dell'Orto, afirmou que a entidade apóia essa recomendação. "A Justiça de Paz é mais antiga até que a Justiça togada", disse.Já o presidente da Apamagis (Associação dos Magistrados Paulistas), desembargador Henrique Nelson Calandra, disse temer a desvirtuação da função. Ele vai tentar reverter a recomendação. "Há quadrilhas de estelionatários esperando essas eleições", disse.Outros magistrados paulistas dizem que a situação será mais problemática nas cidades pequenas, onde não há juiz de direito, e a população menos informada pode ser vítima de decisões arbitrárias (e nulas).Eles dizem temer ainda uma disputa entre grupos religiosos ou políticos nessas eleições.
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